quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Comicidade em torno de palavras!!


Já que estou a ser vítima de um bloqueio “criativo” (ahahah criativo, que prosápia a minha), venho aqui apresentar um conjunto de palavras que por si só me fazem rir muito, sem mais demoras:

Greta

Piaçaba

Sheila

Moça

Pila

Maleita

Macadamia

Poda

Pomada

Pintelho

Bidé

Pistão

Garota

Lambreta

Picolho

Bandalho

Visgarolho

Boda

Escroto

Fatela

Coiso

Pessegueiro

Soltura

Broche

Falece

Bem todas juntas ainda dá mais vontade de rir (nah ao escreve-las perderam um pouco a piada, enfim...)!!!

domingo, 27 de março de 2011

O Sentido da Morte



Estou muito sentido com deus, porque, a existir, está de sobremaneira a dificultar-me a vida, já que, tendo supostamente criado esta criatura (aka. Eu) da forma que criou, ou seja, descrente, leva-me a pensar que quando morrer não existirá nada. E isso é o pior que um ser humano pode pensar, o que acaba por ser chato, porque pensar em algo tão, vá lá, mau, tende a deprimir (por acaso a mim não me deprime portanto algo de mal se passa comigo).
O facto de eu não acreditar em algo para além da morte, é uma desvantagem relativamente a quem acredita que irá para um sítio melhor, no sentido em que me impossibilita pensar de uma forma mais leviana sobre a vida. Vou ter sempre que pensar que ali é o fim e a partir dali nada mais interessa. Mesmo que nós, descrentes, depois tenhamos razão, os crentes nunca irão perceber que não existe nada, ou seja, a derrota é certa para os descrentes. Ou estamos certos, morremos e depois vazio, ou estamos errados, e sofremos depois as consequências desse nosso pensamento de putativo intelectual.
Os crentes acalentam sempre a esperança de algo após tudo isto, sentem-se talvez mais confortáveis com a vida, os descrentes carregam consigo o fardo do finito. A descrença é portanto algo de muito negro e prejudicial, e torna sem sentido a vida, já que vamos falecer e depois não haverá coisa alguma. Sem sentido, mas norteada, com objectivos, e para ser gerida com a ligeireza com que falamos da morte. A solução para nós (ateus e não crentes em geral) será portanto aligeirar tudo isto, brincar com isto, submeter tudo isto ao ridículo, e em último recurso não pensar nisto (pouco provável).
Assim se alguma vez me ouvirem falar de morte, de gozar com morte, etc., pensem que é a minha forma de lidar com ela.