Hoje é dia 8 de Dezembro, está a chover, não se faz grande coisa, e para juntar a isto é feriado, mas atenção não é um feriado qualquer, sabem qual é o feriado??Não????, opa nem eu sabia até há bocado, e isto acontece-me várias vezes no ano, fora o 25 de Abril, o 10 de Junho, o 5 de Outubro, o 1º de Dezembro, e o 1º Maio. Feriados religiosos não são muito a minha cena (e não, não me estou a esquecer do natal, do dia de ano novo, da pascoa e do carnaval, não percebo mesmo porque é feriado nesses dias, mas isso fica para depois).
No entanto hoje é para falar do dia da Imaculada Conceição, ah, que é o que se festeja no dia de hoje (agora podem parar e pensar realmente no titulo do post, não na sua totalidade porque ainda não esgrimi os meus argumentos, mas já podem notar uma ironia existente através da ausência do I na primeira palavra). Mas apartes à parte (e pronto tenho de inserir mais um porque “apartes à parte” dá um jogo de palavras muito engraçado ahahah) este dia celebra a concepção de Jesus Cristo sem o pecado original, aka: procriação, da virgem Maria. Jesus Cristo, segundo a bíblia, teria sido concebido por obra e graça do espírito santo, sendo que José não teria participado na concepção em si, aka: procriação. Deste modo o messias nasceria de uma concepção livre do pecado original, aka: procriação, e assim seria o salvador do nosso mundo e acabaria com todos os pecados.
Isto tudo é muito giro mas no fundo vamos lá ver, é falacioso, porque sem o pecado original não haveria hipótese sequer de se pensar na existência do mesmo, porque quem inventou esta falácia do pecado original era um ser que ou praticou o pecado original ou foi concebido através do mesmo. Portanto e resumindo sem o pecado original não existiria o pecado original, que paradoxo engraçado. Paradoxos que são muito profícuos nas várias religiões que existem no nosso mundo pecaminoso.


